Love’s Power 2.5

Não se lembra da última parte da história? Ela está aqui. Depois de lembrar continue a leitura.

Decido pegar um marmitex do restaurante mesmo e mando minha empregadinha buscar. Sim, ele vai ter que ir vestido daquele jeito. Gosta de mim bem malvada, né? Então toma essa!

Quando ele chega de volta minha ultima cliente da manhã está indo embora. Divido o marmitex com ele, é muito para mim, mas a mistura é toda minha. Uso a própria marmita como prato de cachorro e deixo ele comer dentro dela, aos meus pés, claro que sem usar as mãos, só com a boca mesmo. É assim que cachorro come, afinal. Talvez eu devesse colocar um rabo no meu cachorro. Mas fica para a próxima vez, quem sabe, hoje ele já é minha empregadinha, foi só uma experiência.

Depois de almoçarmos, supervisiono ele arrumando a cozinha, afinal ele ainda não sabe o lugar das coisas para guardar. Preciso ensiná-lo a cozinhar também, não gosto de ficar comendo marmita. Até a minha primeira cliente da tarde chegar ainda tenho um tempo para dar algumas instruções quanto a faxina e, então volto para o trabalho.

Sigo trabalhando a tarde toda, cada vez mais ansiosa pela minha massagem. Sempre que chega cliente nova eu encontro alguma desculpa para chamar minha empregadinha. Faço questão de exibir o quanto de poder tenho sobre ele. Quando ele termina a faxina estou atendendo a ultima cliente.

— Acho que nós dois precisamos de um banho, né? Vamos juntos, agora que você não é mais homem, não tem problema.

— Sim senhora.

Vamos para o banheiro e eu mesma tiro o uniforme dele. Sei, intuitivamente, o quanto de tesão minhas mãos no corpo dele lhe causam. Além disso faço questão de usar toda a sensualidade que consigo ao tirar minhas roupas. Quero que ele fique explodindo de tesão e sem poder fazer nada para consumar seu desejo, ou ao menos se aliviar com as próprias mãos. Ele vai me pagar por ter me atiçado tanto naquele carnaval.

Deixo que ele me lave e eu lavo ele. Não noto muitos sinais enquanto ele está me lavado, mas tenho certeza de que está muito excitado e essa certeza me excita também. Quando sou eu lavando ele, os sinais são mais visíveis. Minhas mãos na sua nuca arrepiam todo o corpo dele. Nas costas, no peito, todo o corpo dele é sensível às minhas mão. Ele já está louco de tesão e a verdade é que eu também estou. Mas o meu tesão será satisfeito em breve pelas mãos dele, já o dele ficará reprimido, frustrado, ignorado. Da mesma forma que eu, no meu tempo de casada, dava orgasmos ao meu marido sem ter os meus; agora outro homem pagará a conta, me dará orgasmos e nunca terá os seus.

Terminamos o banho, nos secamos e vamos para o quarto sem roupas mesmo. Entrego um óleo hidratante nas mãos dele e me deito de bruços.

— Vamos ver do que suas mãos são capazes escravo. Me faça relaxar e depois gozar. Quem sabe na próxima seção eu deixo você gozar também.

— Sim senhora. E não precisa se importar comigo, meu prazer é te dar prazer.

CONTINUA…

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Love’s Power 2.4

Não se lembra da última parte da história? Ela está aqui. Depois de lembrar continue a leitura.

— Levante-se escravo. — Quando ele se levanta me aproximo para continuar no ouvido dele. — Hoje tenho um presentinho para você na hora que eu acabar aqui no salão.

— As coisas que você comprou? — Ele pergunta, feliz pelo que eu disse e ao mesmo tempo muito curioso por mais informações.

— Não, essas coisas são para antes. O presente que te darei é deixar você me ver pelada. — Ele abre um sorriso maior ainda e eu continuo. — Mais do que isso, você vai poder tocar meu corpo todo com as mãos. Eu quero que você me faça uma massagem.

— Obrigado. Nossa! Muito obrigado, minha Rainha. Nem sei o que dizer. — E a essa altura seu sorriso parece maior do que a própria cara.

— Mas tem duas condições. É aí que entram as coisas que comprei. E são coisas bem pesadas que você vai ter que fazer. — Nesse momento já não estamos mais cochichando.

— Qualquer coisa, minha Rainha.

— Bom, a primeira condição é você usar isso. — Entrego para ele um cinto de castidade. — A partir de hoje você só goza se eu quiser. Se não tivermos mais seções você nunca mais vai gozar. Mesmo tendo mais seções, talvez você nunca mais goze.

— Se não for a sua vontade que eu goze, prefiro não gozar, minha Rainha. Minha vida só existe para te servir.

— Muito bom. Isso leva a segunda condição. — Digo enquanto coloco o cinto de castidade nele, trancando-o com o cadeado e guardando as chaves no bolso da minha calça. — Depois que eu terminasse aqui no salão, eu deveria fazer uma faxina na casa, está precisando. Então, para podermos fazer o que eu te ofereci, você precisa fazer essa faxina por mim.

— Sim senhora. Considere feita, minha Rainha.

— Então pode vestir o seu uniforme empregadinha. — Digo entregando a sacola com o uniforme que comprei. É só um vestidinho preto, super curto, com um avental branco na frente. Junto com ele coloquei as meias, calcinha e peruca da seção passada.

— Sim senhora. — Adoro ouvir isso. — E o dinheiro dessas coisas está aí no bolso da calça, é só pegar.

Ele veste o uniforme e entra para a casa. A ideia de não deixar ele gozar nunca mais é tentadora. Quantas vezes ele já gozou pensando em mim enquanto se masturbava? Se eu não colocasse esse cinto de castidade nele hoje, com certeza ele se acabaria na punheta depois de me fazer massagem. Quanto atrevimento gozar pensando em mim sem a minha autorização. Agora não vai mais fazer isso. E talvez nunca mais goze, assim ele aprende a lição. E ele que não apronte para mim, senão jogo essa chave na privada e dou descarga.

— Nossa! O que foi isso? O que você prometeu para ele, para convencer ele a usar um cinto de castidade deixando a chave com você? E se você nunca mais destrancar aquilo?

— Você viu como eu estou podendo? Ele é totalmente louco por mim. Está na minha mão.

— Me ensina isso menina.

E assim segue a conversa com minha cliente enquanto trabalho. Estou gostando disso. Melhor do que ser poderosa é poder mostrar todo esse poder para as outras pessoas.

Quando chegam outras clientes conto a novidade.

— Deixa eu contar, vocês ainda não estão sabendo. Agora eu tenho uma empregadinha, está limpando a casa para mim. Vou chamar para vocês verem. — E grito. — Empregadinha, estou com sede. Me traga um copo d’água.

— Sim senhora. — Ele responde de volta.

— Empregadinha? Mas essa voz é de homem! — Minha cliente comenta.

— Ah, um dia já foi homem sim, mas eu resolvi esse problema. Vou te mostrar.

Ele chega com o copo de água. Eu bebo e peço para ele mostrar o cinto de castidade.

— Viram meninas? Esse aí não é mais homem não. É só minha empregadinha mesmo. — Mostrando a chave para elas eu continuo. — Sem essa chave aqui ele não pode mais ser homem.

— Entendi, você só entrega a chave se ele limpar a casa para você.

— Que nada. Ele limpa a casa e a chave continua comigo, né empregadinha?

— Sim senhora.

— Então ele é seu namorado e isso é para ele não pular a cerca?

— Namorado? Nunca! É só um cara que não quer ser homem se não for comigo, então não vai ser homem, pronto. Vai ser só minha empregadinha. Talvez algum dia eu tire isso dele, mas não sei ainda se vou tirar algum dia.

— Coitado! Ele nunca mais vai… você sabe?

— Enquanto eu não quiser, não. — Devolvo o copo e o mando embora. — Pode voltar ao serviço, inútil, mas vai de quatro.

E assim ele faz.

Minhas clientes ficam admiradas com todo esse poder. Acabo de atender essas clientes e começo as seguintes. Depois delas terei um tempo para almoçar.

CONTINUA…

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Love’s Power 2.3

Não se lembra da última parte da história? Ela está aqui. Depois de lembrar continue a leitura.

Na sexta-feira de tarde minha encomenda chega. Bem a tempo. Ele conseguiu ficar a semana toda sem me chamar no whatsapp. Preciso combinar o horário com ele.

Escravo, a encomenda chegou
Me encontre amanhã as 10 no salão
Sim senhora

No sábado ele chega na hora combinada. Estamos no salão eu, uma funcionária, duas clientes que estamos terminando e mais duas esperando. Exatamente como eu havia imaginado. É hora dele começar a pagar pelo que receberá no final.

— Meninas, vocês gostariam de assistir um strip tease do meu escravo?

— Strip? Claro!

— Oba! Por isso que gosto desse salão, sempre tem uma loucura pra gente se divertir.

— Né gente. Então, você ouviu escravo. Pode ir tirando tudinho. E rebolando.

Dessa vez ele está em trajes sociais. Vai desabotoando lentamente a camisa enquanto rebola, se insinuando para cada uma de nós. Quando desabotoa o ultimo botão está na minha frente e abre de uma vez a camisa, tirando e a levantando para o alto rapidamente. Começa a girar a camisa no alto enquanto rebola e a joga na direção da minha funcionária. Com as duas mãos, desabotoa lentamente o cinto e lhe tira com uma puxada tão rápida que chega a estralar. No mesmo ritmo que rebola, golpeia com o cinto as próprias coxas. Finalmente, se senta sobre os calcanhares na minha frente e se curva, levantando o cinto para mim. Eu o pego e bato algumas vezes nas costas dele. Uau, a ideia era só envergonhar ele diante de um monte de mulheres, mas isso está sendo bem excitante.

Ele se levanta e retira os mocassins com os próprios pés, está sem meias. Leva as mãos até o botão da calça. Desabotoa. Lentamente vai abrindo o zíper. Puxando o cós para o lado para exibir a abertura e a cueca. Ao terminar de abrir segura nas laterais da calça por alguns segundos e, de repente, solta deixando-a cair até seus pés de uma vez. Retira um dos pés e com um chute do outro a lança no ar, pegando em seguida com a mão. Assim como fez com a camisa, levanta a calça e começa a girá-la no ar, enquanto rebola só de cueca. Finalmente, joga a calça na direção de meus pés.

Passando ambas as mãos por toda a área dentro da cueca, caminha lentamente em minha direção. Para na minha frente e levanta as duas mãos acima de sua cabeça. Minha excitação nesse momento é tanta, que tenho vontade de rasgar aquela cueca, jogá-lo no chão e transar ali mesmo. Mas não vou transar com ele hoje, e talvez nunca. Faço sinal para que ele termine sozinho o strip. Sem abaixar as mãos, ele se move até a cliente que estou atendendo, que repete o mesmo gesto. O mesmo com minha funcionária, depois a cliente dela, uma das clientes que está esperando e finalmente a outra. Como todas repetiram o mesmo gesto, ele vai para o centro e, com um movimento rápido, se agacha levando a cueca até os pés. Anda de quatro até mim, deixando a cueca para trás, para beijar meus pés.

CONTINUA…

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Love’s Power 2.2

Não se lembra da última parte da história? Ela está aqui. Depois de lembrar continue a leitura.

No dia seguinte levanto 11 horas, o gato também me deu trabalho, acho que nunca tive tantos orgasmos em um intervalo tão curto. Levo o gato para a casa dele e conecto minha wifi. O whatsapp tem uma mensagem do meu escravo.

Adorei nossa brincadeira de ontem, minha rainha. Muito obrigado… Ah e você se saiu muito bem, viu? Te disse que você tem alma de dominadora.

Um sorriso se abre em meu rosto, mas não respondo a mensagem. É dia de almoçar com meus pais e já está ficando tarde. Uma ultima olhada no espelho, confiro as portas que estão todas trancadas e saio. Chegando na casa dos meus pais vejo que tem mais uma mensagem dele.

Me ignorando como sempre, né minha Rainha? Não gosto disso, mas é você que manda. Só espero que isso não signifique que não teremos mais seções.

Ah, com certeza teremos, tenho planos para ele. Mas não gosto desse grude todo então dessa vez decido responder.

Isso vai depender escravo
Se você aguentar uma semana sem iniciar conversas comigo
Só respondendo quando eu perguntar algo
Posso pensar em te usar no próximo sábado de novo

Isso deve manter ele quieto essa semana.

No dia seguinte pesquiso alguns itens de sexy shop, pela internet, que quero utilizar com ele na próxima semana. Não quero gastar com isso, mas se ele pagar eu compro. Vou para o whatsapp.

Escravo preciso comprar algumas coisas
Para a próxima seção
Mas não quero gastar com isso
Você paga?
Quanto custaria essas coisas minha Rainha?
500
É um pouquinho caro… é coisa que vamos usar uma vez só ou várias?
Várias
Se tivermos mais seções né
 Então pode comprar minha Rainha
 Você paga e eu te dou o dinheiro, ou quer que eu compre?
Pode deixar comigo
Depois você me da o dinheiro
 Combinado minha Rainha

Não quero que ele saiba o que é antes. Fecho o pedido e faço o pagamento. Espero que chegue a tempo. O direito de tocar o meu corpo todo vai ficar bem caro para ele. Esse pensamento faz minha boca sorrir e meus olhos se moverem para a esquerda e o alto, se ele estivesse me vendo ficaria louco.

CONTINUA…

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Love’s Power 2.1

Não se lembra da última parte da história? Ela está aqui. Depois de lembrar continue a leitura.

Preciso de um banho, tirar essa calcinha molhada, me recompor, me trocar e encontrar meu gato. Também preciso colocar minha cabeça no lugar. O que foi que eu fiz? O que eu senti? Isso foi certo? Nós ainda somos amigos? Não imaginei que uma simples brincadeira me deixaria com tantas dúvidas. Dúvidas sobre ele, sobre mim mesma, sobre o que sinto por ele.

Pego uma roupa limpa e entro no banheiro. Tiro a camiseta, o sutiã, a calça e finalmente a calcinha. Me olho no espelho. Não entendo o que ele viu em mim. Quer dizer, não sou feia, mas também não sou um espetáculo de beleza, acho que até andei engordando um pouco. A idade não perdoa, não sou mais nenhuma mocinha. Tudo bem que caras gostem de mim, mas tanto assim e sem nem ter me beijado ainda? Isso me assusta! Talvez se fosse mais… sei lá, normal… eu gostaria de ficar com ele. Mas obcecado desse jeito, com certeza ele me assusta.

Ligo o chuveiro e coloco só a mão na água até que ela esquente. Então, entro debaixo aos poucos deixando meus braços se molharem e, finalmente um ombro a partir de onde a água quente corre pela lateral do meu corpo. Em seguida na frente aquecendo, enquanto passo suavemente as mãos pelos meus peitos, barriga, aquela região melada pela brincadeira, minhas pernas. A sensação é tão boa, tanto da água quente quanto do toque suave das minhas mãos.

Lembro do dia que conheci ele e do quanto me surpreendi com suas mãos macias, mais uma característica rara em homens que ele possui! Acho que seria bom uma massagem dele depois de um dia cansativo de trabalho. E com certeza ele adoraria fazer isso em mim. Mas para eu deixar ele vai ter que merecer. Como se o grande privilegiado com a massagem fosse quem faz e não quem recebe, né Aninha malvada? Dou risadas da minha própria mente tentando me repreender. O fato é que ele vai acreditar que está recebendo um grande presente se eu deixar ele me fazer uma massagem, é isso que interessa. E já que ele pensa assim preciso aproveitar e conseguir outros favores dele em troca de um presente tão valioso. Está decidido, vou dar esse prêmio para ele da próxima vez, mas só depois de brincar bastante com ele no salão.

Deixo a água molhar meus cabelos e escorrer aquecendo minhas costas e minha bunda, enquanto minhas mãos percorrem essa região imaginando como será a próxima brincadeira. Vou chamá-lo para vir no sábado que vem. Acho que enquanto eu estou trabalhado no salão ele poderia fazer uma faxina na minha casa. Seria um preço justo pelo presente de poder tocar o meu corpo todo, sem roupa. Na verdade acho que está até barato demais para ele. Talvez eu o coloque vestido de empregada pra fazer esse serviço, vai ser engraçado. Posso chamar ele no salão cada vez que chegar uma nova cliente para mostrar minha nova empregadinha. Aposto que elas vão se divertir muito e sempre é bom para o salão divertir minhas clientes, né?

Imaginar essas coisas enquanto me esfrego no banho está me deixando outra vez excitada. Aproveito para me dar um pouco de prazer com minhas próprias mãos enquanto planejo os detalhes do que farei com ele. Quem diria, eu me masturbando por ele, devo estar louca também. Depois de mais um orgasmo, termino o banho e me arrumo para ir encontrar meu gato. Será que ainda tenho energias para mais? Com certeza, Aninha, você é insaciável! Mais uma vez minha mente me respondendo e me fazendo rir.

CONTINUA…

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Love’s Power 1.8

Não se lembra da última parte da história? Ela está aqui. Depois de lembrar continue a leitura.

— Bem, já que chegamos até aqui vamos continuar com essa brincadeira, né? Você sabe as regras?

— Sim senhora. Minha Rainha me faz uma pergunta e eu devo responder. Caso eu erre, minha ignorância será castigada com depilação com cera de parte do meu corpo. Caso eu acerte, minha Rainha permitirá que eu beije algum ponto do seu corpo.

— Muito bem, servo. E sobre quais assuntos eu posso perguntar?

— Todos os assuntos que a minha Rainha quiser, senhora.

— Isso mesmo. Já que você entendeu, vamos começar. A quantos graus deve estar a cera para depilação?

— Deve estar morna, algo entre uns 35 e 40 graus mais ou menos, minha Rainha.

Droga, ele já começou acertando. Também, acho que eu facilitei demais, ele não se submeteria a essa brincadeira se não soubesse nem como funciona. Vou precisar pensar em outros assuntos para perguntar para ele. Mas perguntar o que para um cara que tem mais do que faculdade? O jogo não vai ser tão fácil como eu pensava, mas vamos lá.

— Acertou, seu chato. Pode beijar o topo da minha cabeça. — Na próxima eu pego ele.

— Obrigado minha Rainha. — Ele diz enquanto se levanta para beijar meus cabelos tão feliz como se fosse ganhar um beijo na boca.

— Qual o endereço dos meus pais? — Agora eu apelei, quero só ver.

— Não sei minha Rainha, perdão. — É quase palpável no seu tom de voz a dor que ele já antecipa sentir. E é tão gostoso ver essa dor, até me arrepia!

— Não existe perdão no meu dicionário escravo. Como você quer me servir se nem sabe onde mora a minha família. Vai perder alguns pelos para aprender a se interessar pela sua Rainha.

Espalho a cera em um dos lados do seu peito. Me delicio com o medo da dor que vejo nos olhos dele. Por quê o medo se ele gosta da dor? Ele gosta da dor? Quem é ele? Arranco de uma vez os pelos daquele lado do peito dele. O susto dele, a vulnerabilidade dele, as lágrimas que escorrem pelo rosto dele… é tudo tão excitante. Principalmente saber que posso fazer qualquer coisa com ele. Ele é meu brinquedinho, meu escravo, meu capacho; meu e só meu, ele morreria por mim, só por mim.

Continuo brincando, entre depilações e beijos. Cada vez me embriagando mais naquele êxtase do poder absoluto que tenho sobre ele. Minha excitação crescendo cada vez mais. Estou a ponto de gozar e nem tirei minha calça. Nunca imaginei que isso fosse possível. Pouco a pouco a pele branca sob os pelos ia sendo revelada, peito, abdome, costas, pernas. As áreas mais tranquilas primeiro, enquanto minha excitação crescia a medida que iam sobrando apenas as regiões mais dolorosas. Os beijos também evoluíam, mas nada de partes intimas, somos amigos. Deixei que ele beijasse algumas regiões do meu braço, minha bochecha, ambos os lados das mãos, na palma foi mais gostoso, o pulso que também foi bom. Mas o melhor com certeza foi a parte interna do cotovelo, não sabia que um beijo nessa região era tão excitante, ou talvez era eu que já estava excitada demais.

Depois de depilar a bunda dele, só faltava o saco, com certeza a parte mais dolorida e eu estava louca para fazer isso. Não dei chances de ele acertar a próxima pergunta. Perguntei a cor da calcinha que eu estava usando. Com aquela calça jeans seria impossível ele acertar. Quase tive um orgasmo ao ouvir a resposta.

— Acho que é preta, minha Rainha. — Passou longe demais, era branca.

O êxtase foi tanto que tirei a calça para mostrar a cor para ele. Talvez eu não devesse ter feito isso. Calcinha branca, molhada pelo tesão, estava transparente a essa altura. Mas tudo bem, pode ver, nunca vai comer mesmo. Isso só vai aumentar o desejo que ele sente por mim e que eu nunca vou satisfazer. E assim ele só vai fazer mais loucuras ainda por mim. Coitado.

Sentia como se fossem choques no clitóris conforme eu depilava o saco dele e via suas lagrimas rolarem pelo rosto. Meu corpo estremecia e ficava difícil controlar minhas mãos com as contrações lá embaixo, lá dentro. Não sabia que era possível sentir isso sem ser em uma relação sexual. Foi tudo tão novo para mim, e tão bom, que resolvi dar uma recompensa para ele. Faria uma última pergunta para deixar ele beijar minha boca, apenas um selinho, mas já era mais do que ele tinha conseguido de mim até hoje.

— Qual a cor do batom que eu estou usando hoje, escravo?

— Vermelho, minha Rainha.

— E você gosta de batom vermelho?

— Sim senhora.

— Então o que está esperando para beijar meus lábios, imprestável?

— Imediatamente minha Rainha.

Montei em cima dele sentindo aquele pau duro forçando contra minha calcinha molhada. Sei que ele estava louco para entrar e a verdade é que eu também estava. Mas eu não deixaria isso acontecer tão cedo. Os homens são todos assim, juram amor eterno até comerem a gente, aí desaparecem. Mas com esse não seria assim, ele rastejaria para sempre aos meus pés sem nunca ter sexo. Tocamos de leve os lábios, um beijo suave, delicado, uma despedida que deixava a promessa velada de um reencontro.

— Já basta por hoje escravo. — Digo enquanto me levantava e vestia de volta minha calça.

Ele se levanta com uma expressão muito feliz. Como ele pode ficar tão satisfeito com tão pouco? Eu lhe dei mais dor e humilhação do que prazer hoje, com certeza. Ainda assim nunca vi alguém tão feliz, mesmo depois de uma transa. Como isso é possível? Quem é ele?

Ele veste o que ainda é possível vestir das suas roupas depois do que eu fiz com elas. Pega a mochila e se despede. Nem se preocupa com as roupas de mulher, ele sabe intuitivamente que não precisará mais delas. Ele sabe que eu não pedirei novamente que ele use aquelas roupas, talvez outras, rio. Como ele consegue saber disso? Como consegue ler meus pensamentos? Quem é ele? Ainda não sei, mas ainda teremos outras seções e eu ainda vou descobrir quem é esse cara.

CONTINUA…

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Love’s Power 1.7

Não se lembra da última parte da história? Ela está aqui. Depois de lembrar continue a leitura.

Quando volto do meu novo devaneio minha próxima cliente e eu já estamos sentadas de frente uma para outra. O que ela queria mesmo? Ah, sim, fazer as unhas do pé. Bem, já que eu tenho um submisso aqui, talvez eu não precise usar minhas pernas de mesa como sempre faço.

— Putinha, venha até aqui de quatro, preciso de uma mesinha e acho que pelo menos para isso você vai servir. — Assim poderei também me divertir batendo nele com o cinto entre passar esmalte em um dedo e o próximo.

Ele veio como eu pedi e a altura ficou perfeita. Quem disse que homem não presta para nada? É só ter um pouco de criatividade, né? Dou risada dessa reflexão. Não é qualquer homem, a maioria não presta pra isso mesmo, não fariam isso. Até onde será que ele iria por essa paixão? Até onde ele iria por mim? Até quando sem sexo? E depois, se nos casássemos, será que ele aceitaria que eu tivesse um amante? Casar com um cara que faz tudo por mim e continuar transando com o meu gato. Isso sim seria o paraíso! Já que ele gosta de ser torturado eu poderia forçar ele a me ver transando com o gato. De novo essa ideia! Não, seria maldade de mais! Só dele saber que eu estou traindo ele já seria tortura suficiente, não quero que ele se mate.

Cada estralo que esse cinto dá na bunda e nas coxas dele! Ui, até me arrepia toda só de imaginar a dor. Trabalhar assim é tão divertido que nem vejo o tempo passar. Quando dou por mim já terminei mais uma cliente. Ele não desistiu, ainda está aqui, então é hora de trabalhar nele. Agora vou matar a minha curiosidade de ver como ele é pelado. Estou com medo, estarei sozinha com ele naquele quarto. Será que ele vai ser submisso mesmo? Não vai aproveitar que não tem ninguém e me estuprar? Coragem Aninha, depois de tudo que ele fez, ele merece esse voto de confiança.

— Anda putinha, agora é a tua vez. — Digo finalmente apontando para a porta.

Ele vai ainda de quatro e o sigo batendo com cinto nele. Abro a porta para ele e a fecho assim que entramos. Sento nas suas costas e desamarro a mordaça, retirando-a.

— De pé imprestável! — Ordeno tentando parecer má, mas acho que minha voz denuncia que estou me divertindo.

Assim que ele se levanta, eu o empurro pra trás, jogando-o na cama e pulo em cima. Arremesso para longe aquela peruca loira ridícula e quase faço o mesmo com os óculos, mas me controlo e coloco com cuidado ao lado da cama. Nossa, ficar batendo nele me deixou muito selvagem! Desse jeito é perigoso eu estuprar ele e não o contrario, que era o meu medo.

— Olha só! Parece que essa puta era uma loira falsa, então. Nem cabelo comprido tem. — E o sorriso dele deixa claro dessa vez que o tom de divertimento na minha voz realmente me entregou. Tudo bem, a ideia é se divertir mesmo.

— Vamos ver o que mais essa putinha esconde. — Ah, sim, agora eu quero ver tudo.

Tiro o corpete, a blusinha e finalmente o sutiã. Meu Deus! Eu nem me lembrava que tinha mandado ele colocar um forrado de percevejos. Isso deve doer bastante! Realmente ele é biruta. Totalmente biruta. Depois ele não acredita quando eu falo que ele é louco. Comento isso com ele e acho que quebro um pouco o clima, mas eu precisava falar. Me levanto e vou tirar os seus tênis e meias.

— Mas que perna mais peluda que essa puta tem! Já vi que vou ter muito trabalho para deixar isso lisinho. — Comento tentando reconstruir o clima.

— Nada de ficar com vergonha, afinal nós duas somos mulheres, né? Só não sou puta igual você. — Acho que com essa frase consegui reconstruir o clima.

Começo tirar a saia dele e faço cara de surpresa ao ver o pau através da renda vermelha da calcinha. Como se eu não esperasse ver aquilo, né. Acabo de tirar a saia balançando a cabeça como se eu tivesse sido enganada.

— Meu deus! Você me enganou! Você tem um pau aí dentro dessa calcinha! — Digo finalmente ao terminar de tirar a saia.

Dou alguns tapas naquele pau duro dentro da calcinha. Foi como bater com um pedaço de madeira na minha mão. Tiro a calcinha, finalmente ele está totalmente pelado. Falei que ainda deixaria ele assim, só não imaginava que seria aqui, nessa situação e tanto tempo depois. Nossos amigos mentiram bastante, não era tão grande como diziam, nem fino como eu imaginava. Gostei, talvez se eu soubesse antes que era assim já teria dado uma chance para ele, talvez agora que sei eu dê uma chance. Acho que não seria tão ruim se ele me estuprasse afinal, mas parece que ele não vai fazer isso mesmo. Até aqui ele se comportou bem, então, vamos para a brincadeira que ele me pediu para fazer com ele, né?

CONTINUA…

 

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Love’s Power 1.6

Não se lembra da última parte da história? Ela está aqui. Depois de lembrar continue a leitura.

Abro a porta finalmente e me despeço da minha cliente. Ele ainda está ali, parado, em pé, esperando, vestido como uma puta, é tão ridículo que não seguro meu riso ao vê-lo. Meu Deus! O que ele está fazendo? Em fração de segundo, se ajoelhou e beijou meus pés! Com essa roupa, eu morreria de vergonha no lugar dele. Quem é esse cara? Que sentimento é esse que leva uma pessoa a se submeter a isso?

Mando ele entrar e sentar, ainda tenho duas clientes e ele terá que esperar. Explico a porta trancada e dessa vez a deixo aberta para ventilar um pouco. Ele está sentado de frente para essa porta, todos na rua podem vê-lo ali, vestido daquele jeito. Bem, se ele gosta de ser maltratado, darei o que ele quer. Mas uma coisa ainda me intriga: ele mora com os pais, eu nunca deixaria um filho meu sair de casa daquele jeito. Como ele conseguiu sair vestindo aquela roupa? Será que brigou com os pais por minha causa? Talvez eu tenha pegado pesado com ele. Não imaginava que ele teria coragem de cumprir. Não quero ele brigando com a família por minha causa, somos apenas amigos, mas ele não entende isso. Eu deveria ter imaginado que a loucura dele chegaria a esse ponto, deveria ter recusado qualquer possibilidade de fazer isso com ele. Deveria saber que ele entenderia isso como uma chance de ficar comigo e não como brincadeira de amigos, e consequentemente que ele não perderia a chance nem que tivesse que brigar com o mundo inteiro para isso. Preciso aprender a pensar nele como o Biruta apaixonado que ele é, ao invés de pensar como o amigo nerd que um dia ele já foi.

— Me diz uma coisa, putinha. O que seus pais disseram de você sair de casa vestido desse jeito? — Meu coração gela, mas preciso ouvir a resposta.

— Na verdade não saí vestido assim, minha Rainha. Me troquei dentro do carro, aqui em frente. — Ele responde, me deixando mais aliviada. Embora, ao mesmo tempo, um tanto furiosa por ele me fazer sentir tão culpada sem motivo.

— Hummm. Então quer dizer que você tem roupas normais no carro? De homem? — Continuo, tentando disfarçar os sentimentos conflitantes que tomaram conta de mim.

— Sim senhora. — Ele responde, abaixando a cabeça, envergonhado.

— Vá buscar. Quero ver com que roupa você veio. — Nem sei o que farei com essas roupas, mas isso não vai ficar assim.

— Sim senhora, imediatamente minha Rainha. — E imediatamente mesmo ele se levanta e busca uma mochila, se ajoelha aos meus pés e suspende-a para mim. — Está tudo aqui dentro minha Rainha.

Lhe mando esparramá-las no chão para que eu possa ver, pois estou com as mãos ocupadas. Ele obedece estendendo-as no chão de forma que fiquem todas visíveis.

— Essas roupas não deveriam ter te acompanhado até aqui. — Olho para as roupas, balançando a cabeça de forma a reforçar minha desaprovação. — O que eu farei com você agora para que aprenda?

— Perdão minha Rainha. — Ele implora. Eu gosto, mas não vai adiantar. Se ele me quer malvada, vou mostrar como posso ser malvada.

— Me dê aqui essa cueca. E depois faça uma bola com as meias. — Ordeno, já imaginando o que farei com ele agora.

Ele me obedece e, por um instante fico com pena de estragar uma cueca dele, que visivelmente não é das mais baratas, uma Calvin Klein de um tecido macio. Mas estou com raiva, não vou recuar. Corto a cueca entre as pernas e em uma das laterais, transformando-a em uma faixa de pano. Enquanto isso ele continua implorando o perdão.

— Já chega. Cansei da sua voz. Agora enfie essa bola que você fez com as meias na boca. — Ordeno e amarro aquela faixa de pano que improvisei, mantendo as meias dentro da boca dele. Isso deve ensinar a lição para ele.

Começo a pisar com tanta raiva naquela camiseta azul dele estendida no chão. Bato o pé, esfrego no chão, esfrego os pés nela. Logo ela já está cheia de buracos. Droga, acho que exagerei. Coitado dele, dessa vez deve desistir e eu vou entender. Ele não conseguiria sair de casa vestido do jeito que eu mandei, fez o melhor que pode. E até que ele fez bastante, olha lá sentado na frente da porta aberta daquele jeito. Tudo isso para me agradar! Tudo isso por amor! E eu nunca nem fiquei com ele. Quando eu disse que ele era diferente de todos os homens que eu conheço, eu não imaginava que fosse tão diferente assim. Nunca ninguém faria isso por mim.

Meu devaneio me levou tão longe que quando dei por mim já estava terminando com aquela cliente. Me despedi dela e ao voltar reparei no cinto na calça do biruta. Um cinto largo e grosso, de couro, desses de peão mas sem aquela fivela grande. Tirei o cinto da calça e sem que eu pudesse controlar se abriu um sorriso na minha cara e meu olhar se moveu para o alto e para a esquerda. Exatamente a expressão que ele me disse que deixa ele louco. Acho que agora entendi, essa é a expressão que faço quando tenho ideias maliciosas, ainda não tinha reparado nisso. Ah, deve ser doído apanhar com esse cinto hein! Dou uma batida na palma da minha mão que fica vermelha. Uau, dói mesmo! E em uma coisa ele tem razão: eu adoro ver as pessoas sentindo dor e saber que eu sou a causadora. O problema é que isso me assusta, não quero machucar ninguém. Eu não sou um monstro! Mas se ele gosta mesmo de apanhar… eu posso fazer isso por ele.

CONTINUA…

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Love’s Power 1.5

Não se lembra da última parte da história? Ela está aqui. Depois de lembrar continue a leitura.

Em uma coisa ele está certo, foi muito divertido fazer aquela.. — como ele chamou mesmo? Ah sim, cena — aquela cena que fizemos no aniversário da F. Mas tenho medo, li que sádicos podem até matar a pessoa só para ter prazer, tenho medo de mergulhar nesse meu lado sombrio e afundar demais, nunca mais conseguir sair. Ele me disse que não chega a tanto, que é seguro e tudo mais, mas sempre tenho a impressão de que ele não está falando toda a verdade. Ele quer me convencer a fazer isso com ele, por quê ele falaria a verdade sobre os riscos, correndo o risco de me afastar de vez da ideia? Naquela cena eu peguei leve, mal encostava nele, mas ele vai querer que eu vá bem mais longe, tenho medo de machucá-lo. Eu gosto dele — bem, gosto como amigo, né? — não quero machucá-lo, não quero me aproveitar do que ele sente por mim, sei como dói quando a pessoa amada se aproveita de quem a ama.

Bem, mas uma depilação eu posso fazer, já trabalho com isso, sei como fazer. Se é esse o fetiche que ele tem é melhor que eu mesma faça do que alguma mulher que não sabe o que está fazendo e pode machucá-lo. — Apesar de que será a primeira vez que eu faço isso com um homem, mas tudo bem eu dou conta. — Além disso, essa brincadeira não envolve sexo, nem mesmo um mero beijo na boca, então acho que posso considerar uma simples brincadeira entre dois amigos, nada de casal. — Mas também tem o detalhe de que eu vou ver ele pelado, tocar nele pelado, — como será que ele é sem roupa? — será que isso pode estragar a nossa amizade? Espero que não.

Esqueça isso Aninha, você fez exigências meio pesadas para participar dessa brincadeira, ele não vai ter coragem de vir vestido de mulher para cá essa hora do dia. Minha lucidez retorna, realmente, ele não teria coragem, vai desistir na última hora. Volto a me concentrar no meu trabalho, estou terminando de depilar essa cliente e já tenho mais duas me esperando. Uma para arrumar o cabelo e a outra fazer o pé, estou atrasada, preciso me apressar se eu quiser sair essa noite.

De repente a campainha toca e meu coração dispara. Não pode ser! É a hora que eu combinei com ele, mas ele não teria coragem! Uma algazarra na rua denuncia: Quem está na porta do meu salão é um homem vestido de mulher, com saia e peruca loira. É exatamente como eu disse que ele deveria vir! Só pode ser ele. Esse cara é louco, totalmente Biruta, com maiúscula mesmo! Como ele teve coragem?

— Quem é? — Pergunto, como que querendo saber o nome, mas na verdade minha pergunta é bem mais profunda. Quem é esse cara por trás do nome, por trás do rosto? Quem é esse cara que gosta de apanhar? Quais são as verdades das quais ele me poupa? Como ele pode ser tão louco por mim sem nunca termos nem ao menos ficado? Um virgem? Um tarado pervertido? Um louco que fugiu do hospício? Ele acredita que me conhece de outras vidas, que me amará mesmo depois de morto! Como ter tanta certeza desse tipo de coisas? Quem é ele?

— Não sou nem digno de ter um nome, minha Rainha, sou apenas um escravo seu e estou aqui para servi-la. — Meu Deus! De onde ele tira essas respostas? Livros? Filmes? Músicas? Não podem sair simplesmente da cabeça dele. Como ele sempre tem esse tipo resposta pronta para ser usada?

— Não ouvi. Está muito barulho aí fora. Grite sua resposta. — Essa eu faço questão que todos ouçam. Meu escravo, estou começando a gostar dessa história. É muito bom ser amada tanto assim, mas fico com pena por não amá-lo da mesma forma.

Vou dar mais alguns minutos para que ele desista e vá embora, se ele não for não poderei evitar de brincar um pouquinho com ele já que é ele quem quer assim. Queria ter ele como escravo e ao mesmo tempo namorar com meu gato, mas não acho isso certo.

Imagina só: ele amarrado em uma cadeira, forçado a olhar para mim, enquanto eu cavalgo no meu gato. Isso iria estraçalhar o coração dele, mas me daria muito prazer. Provavelmente o gato não gostaria da ideia, mas eu explicaria que foi ideia dele e que ele insistiu muito. Com certeza meu escravo confirmaria a história e eu deixaria os dois se entenderem. Ele amarrado na cadeira e o gato solto e furioso de ciúme… tenho certeza que ele sairia todo quebrado e se curaria desse amor obsessivo que sente por mim.

Meu Deus! Que pensamentos são esses na minha cabeça? Não! Eu não quero que ele se machuque! Eu não sou malvada desse jeito! Droga, olha o que esse Biruta está fazendo comigo. Eu queria alguém normal, que pudesse me tirar da loucura e não me fazer afundar ainda mais nela. Onde foi parar aquele nerd que eu conheci um dia? Aquele que poderia me tirar dessa loucura, aquele que repreendia as maldades que eu fazia sem querer. Que vergonha eu senti no dia que ele confessou que só me repreendia para brincar comigo, que ele gostava de mim bem malvada! Acho que depois daquele dia o nerd começou a desaparecer, e cada vez mais surgia no lugar dele esse Biruta. Gosta de mim bem malvada, né? Então que seja, vou mostrar para ele como posso ser malvada.

CONTINUA…

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Love’s Power 1.4

Não se lembra do começo da história? Ele está aqui. Depois de lembrar continue a leitura.

Finalmente a última cliente vai embora. Agora seremos só nós dois. Finalmente estarei na pele das vítimas da Tiazinha do H, personagem que me apresentou esse mundo ainda na minha adolescência. Ela me conduz até um quarto ainda de quatro. Retira a mordaça e ordena que eu me levante. Assim que estou de pé, e antes que eu possa dizer uma palavra se quer, me empurra para trás, me derrubando deitado na cama. Sentando sobre as minhas coxas, tira a peruca, arremessando-a longe, e meus óculos e coloca em uma mesinha ao lado da cama.

— Olha só! Parece que essa puta era uma loira falsa, então. Nem cabelo comprido tem. — O tom de divertimento na voz dela é contagiante. Impossível não abrir um sorriso que quase rasga minha cara de tão grande.

— Vamos ver o que mais essa putinha esconde. — Ela diz enquanto abre meu corpete.

Isso é bem mais excitante do que aquele quadro de programa vespertino da minha adolescência. Mas ainda não chegamos na parte que imita realmente o quadro. Ela retira meu sutiã e, passando a mão por dentro, comenta:

— Nossa, isso deve doer hein! E você fez isso por mim. Depois você não acredita em mim quando eu falo que você está louco.

Ela se levanta. Retira meus tênis e depois as meias 3/4.

— Mas que perna mais peluda que essa puta tem! Já vi que vou ter muito trabalho para deixar isso lisinho. — Comenta enquanto retira as meias. — Nada de ficar com vergonha, afinal nós duas somos mulheres, né? Só não sou puta igual você. — Continua, enquanto começa tirar minha saia.

Ao terminar de descobrir a calcinha de renda, quando vê meu pau, finge surpresa e continua tirando enquanto balança a cabeça em sinal de desaprovação.

— Meu deus! Você me enganou! Você tem um pau aí dentro dessa calcinha! — Diz ao terminar de tirar minha saia, dando tapas no meu pau, que está duro dentro da calcinha. Então ela tira minha calcinha, me deixando totalmente pelado e continua. — Bem, já que chegamos até aqui vamos continuar com essa brincadeira, né? Você sabe as regras?

— Sim senhora. Minha Rainha me faz uma pergunta e eu devo responder. Caso eu erre, minha ignorância será castigada com depilação com cera de parte do meu corpo. Caso eu acerte, minha Rainha permitirá que eu beije algum ponto do seu corpo.

— Muito bem, servo. E sobre quais assuntos eu posso perguntar?

— Todos os assuntos que a minha Rainha quiser, senhora.

— Isso mesmo. Já que você entendeu, vamos começar. A quantos graus deve estar a cera para depilação?

— Deve estar morna, algo entre uns 35 e 40 graus mais ou menos, minha Rainha.

Ela ficou chateada por eu ter começado acertando, mas essa foi fácil e eu havia feito minha lição de casa. Apesar de se falar em cera quente, aprendi que na verdade ela não é tão quente assim, por isso que prefiro brincar com velas. Já que eu passaria por isso, precisava saber pelo menos qual seria a temperatura. BDSM não é abuso, é tudo combinado antes, e mesmo chateada minha Rainha me deu a recompensa: Ela permitiu que eu a beijasse nos cabelos, no topo da cabeça. Adoro o cheiro dos cabelos dela e aproveitei o tempo do beijo para me embriagar naquele perfume. E o jogo continua:

— Qual o endereço dos meus pais?

— Não sei minha Rainha, perdão.

— Não existe perdão no meu dicionário escravo. Como você quer me servir se nem sabe onde mora a minha família. Vai perder alguns pelos para aprender a se interessar pela sua Rainha.

Eu sabia a cidade, mas nem sei nome de nenhuma rua daquela cidade, não dava nem para chutar. Ela tem razão, preciso aprender mais sobre ela se quero servi-la, senão continuarei sendo um inútil. Sinto a cera morna e pegajosa sendo espalhada, ela escolheu começar pelo meu peito, e a cera cobre todo lado direito dele. De repente, sem aviso e de uma vez, ela pucha removendo todos os pelos daquela região. Junto com a cera e os pelos, ela arranca uma lágrima de cada um dos meus olhos, que escorrem pelas laterais do meu rosto. Doeu, mas não estou certo se as lágrimas vieram da dor física ou daquela dor causada por se sentir um inútil que não sabe uma informação tão básica sobre a sua Rainha.

E assim segue o jogo com várias perguntas. Sendo respondidas ou não, certas ou não, de acordo com meus conhecimentos e incompetências. Ela depila meu peito, abdome, costas, pernas, bunda, saco, tudo que fique abaixo do pescoço. Mas as recompensas também são boas, me deixa beijar os seus braços, as costas e palmas das mãos, o rosto, o lado interno do cotovelo, o pulso. Nunca esquecerei a pergunta que me leva a perder os pelos do saco:

— Qual a cor da calcinha que eu estou usando hoje, escravo?

Ela estava de calça jeans, é claro que eu não saberia a resposta. E essa foi a parte da depilação mais dolorida. Mas valeu a pena demais. Ela tirou a própria calça para provar que a resposta certa seria branca, e não preta como eu havia chutado. A pergunta que vem a seguir também não posso esquecer.

— Qual a cor do batom que eu estou usando hoje, escravo?

— Vermelho, minha Rainha.

— E você gosta de batom vermelho?

— Sim senhora.

— Então o que está esperando para beijar meus lábios, imprestável?

— Imediatamente minha Rainha.

Foi só um selinho, mas a lembrança daquele momento nunca sairá da minha cabeça. Ela deitada sobre mim com os lábios colados aos meus. Meu pau e a buceta dela separados apenas pelo fino tecido da calcinha branca, já molhada a essa altura, que ela vestia. Não seria nada de mais se se tratasse de uma mulher qualquer, mas não era uma mulher, era uma Deusa, e estava ali em cima de mim.

— Já basta por hoje escravo. — Diz se levantando e vestindo novamente a calça.

Calço de volta minhas meias, visto as calças que ainda estão intactas, coloco o cinto e calço o tênis, a parte de baixo estava normal. Quanto a parte de cima, não tem problema para um homem andar sem camisa na nossa sociedade. Até na hora de me assustar, minha Rainha sabe identificar até onde ir. Definitivamente ela tem alma de dominadora, mesmo que ainda não saiba disso.

E assim termina a nossa primeira seção. Ainda temos muito a aprender juntos e toda a negociação pela frente, mas pela primeira vez sinto que realmente pode dar certo.

CONTINUA…

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