Love’s Power 2.6

Não se lembra da última parte da história? Ela está aqui. Depois de lembrar continue a leitura.

Ele coloca os meus cabelos para o lado, lambuza as mãos no óleo e começa a passar pelo meu pescoço. Seu toque é quente e macio, como eu imaginava, mas ao mesmo tempo firme. Ele fica dizendo que eu levo jeito para dominadora, acho que ele é que leva com esse toque ao mesmo tempo firme e macio.

Do pescoço ele leva cada mão para um lado, segurando meus dois ombros. Esfrega com movimentos circulares com o polegar a parte de trás enquanto vária a pressão exercida por cada dedo na parte da frente. Imagino que não seja tão excitante para ele massagear essa parte e ele deve estar louco para ir logo mais para baixo. Mas ele entendeu bem quando eu disse relaxar e depois gozar. Essa é a parte que mais preciso relaxar. E aos poucos ele vai desfazendo todas as tenções e conseguindo me deixar mais relaxada para aproveitar o que virá a seguir.

Ele pega mais óleo e toma meu braço direito. Com uma leve pressão, o puxa desde o ombro até a mão, mas a pressão é leve o suficiente para que suas mãos somente escorreguem por ele e não realmente o puxem. A medida que suas mãos passam pelo meu braço uma parte maior dele relaxa. Como se toda a tenção fosse puxada pelas suas mãos em direção às minhas e de lá saíssem pelas pontas dos meus dedos e caíssem no chão. Ele repete a mesma coisa com o outro braço.

Então, ele despeja um pouco de óleo diretamente no topo das minhas costas e o espalha com as mãos. Suas mãos esfregam minhas costas pressionando meus peitos contra o colchão, se movendo cada uma para um lado, ao chegarem nas laterais suas mãos me davam apertões fortes, pegando parte dos meus seios. A sensação é boa e dá para notar o quanto ele quer me comer, mas não vai. Não sei se estou mais excitada pelo toque dele ou pela minha satisfação em negar o prazer a um homem. Talvez ele nunca mais saiba o que é ter prazer, está totalmente nas minhas mãos!

Em seguida ele massageia o meio das minhas costas, dando fortes apertões na minha cintura. A pegada dele é boa. Ah, se ele pudesse transar comigo agora, seria muito gostoso. Mas não vai rolar, não agora e provavelmente nunca. Ele vai me dar todo o prazer que eu quiser e não vai ter nada! Quero que ele sofra sem gozar. Quero usar ele como fui usada pelo meu ex marido. Os homens sempre usam a gente e não se importam com os nossos sentimentos, só querem gozar sem se importar com o nosso prazer. Esse vai pagar, vou fazer com ele o que fizeram comigo. Ele vai passar por tudo que eu passei.

Enquanto viajo nos meus pensamentos ele passa as mãos pelos lados do meu quadril e pernas até chegar aos meus pés. Toma um dos pés em suas mãos e começa a massagear. Sinto um pouco de cócegas, o que me tira dos meus pensamentos e trás de volta às sensações que as mãos dele me proporcionam. As cócegas não duram muito tempo, apenas no contato inicial. Ele apoia as costas do meu pé com as mãos deixando os polegares livres para fazer pressão em alguns pontos da sola.

Percebo que mesmo as mãos dele estando nos meus pés as sensações não se restringem a essa região. A cada ponto que ele pressiona parece estimular uma parte diferente do meu corpo. Será que ele já sabia que teria esse efeito? O ponto que ele deixa para pressionar no final aumenta a minha suspeita de que foi de propósito. É um ponto que estimula toda aquela região entre as minhas pernas. Meu Deus, quantas maneiras desconhecidas por mim ele sabe de me dar um orgasmo? Eu que achava que isso só era possível com sexo. Não cheguei a gozar mas tenho certeza que ele conseguiria se quisesse.

Ele repete a mesma coisa no outro pé e as sensações ficam ainda mais fortes. No final pressiona aquele ponto mágico nos dois pés ao mesmo tempo e eu sinto aquele músculo se contraindo e soltando algumas vezes. Meu coração acelera e minha respiração também se altera, mas ele solta ambos os pés. As sensações param e ele começa a massagear a região dos meus tornozelos, cada um com uma mão.

Suas mãos seguem escalando sincronizadamente minhas panturrilhas, ora apertando com a mão toda, ora pressionando um ou outro dedo, ora fazendo movimentos circulares com algum dedo. A medida que suas mãos sobem lentamente a expectativa vai crescendo. Quero essas mãos logo na minha bunda e sei que ele também quer. Quero ele dentro de mim! Mas não o pau, só o dedo, para ele não ter nenhum prazer. E ele continua subindo bem devagar.

Quando ultrapassa o joelho passa a massagear a região interna das minhas coxas. Aqueles apertões que ele dá com as mãos e a pressão que faz com alguns dedos arrepiam o meu corpo todo e trazem de volta as sensações que havia produzido quando massageou meus pés. Mas então ele passa para o lado externo das coxas enquanto minha excitação diminui um pouco sem passar totalmente. Então volta para o lado interno e continua subindo, sempre repetindo essa alternância.

Finalmente chega na minha bunda, me dá um tapa com cada mão, um em cada nádega, os dois ao mesmo tempo. Os tapas foram tão fortes que deixaram minha bunda ardendo. Bater não deveria ser a minha parte? Mas não falo nada, no fundo aqueles tapas no pico do meu tesão foram gostosos. Talvez ele não seja louco por gostar de apanhar, afinal. Mas ele tem muitos outros gostos que ainda me fazem achá-lo Biruta. Imediatamente depois dos tapas, enche minha bunda de óleo e começa a esfregá-la e apertá-la.

Seus polegares percorrem o vale entre minhas nádegas, um de cada vez, de cima a baixo. Pressionando a entrada de um mundo de prazeres. A cada nova passada a pressão é mais forte e em certo ponto começa a me penetrar, mas apenas na entradinha e sai, continuando seu caminho e dando lugar ao outro polegar que já vem logo em seguida. A cada passada seu dedo entra mais fundo até que está entrando inteiro. De repente ambos os polegares percorrem juntos o caminho. Ao chegarem na entrada, um entra enquanto o outro espera do lado apenas pressionando. Quando o direito sai o esquerdo entra e quando o esquerdo sai o direito entra. Até que ambos entram ao mesmo tempo. Eles se movem lá dentro, às vezes puxando cada um para um lado como se tentassem me rasgar. Dói, mas é gostoso. Meu ânus reage se contraindo e relaxando várias vezes, cada vez mais rápido. Meu coração acelera, assim como minha respiração. Agora todos os meus músculos se contraem e relaxam várias vezes e desordenadamente e, finalmente dou pulos na cama ao chegar ao orgasmo.

Ele retira os dedos, mas continua pressionando minhas nádegas, uma em cada mão. Aos poucos vai diminuindo a pressão até tirar totalmente as mãos e eu me viro de frente para ele. Ainda quero outro orgasmo, agora de frente. Mal me recordava de quem estava me massageando e menos ainda do cinto de castidade. O pau dele parece apertado lá dentro. Agora que vejo, posso imaginar o quanto ele está doido para gozar depois de ter me tocado em regiões tão intimas. Mas não irá gozar! Nem estimulado pelo meu toque, nem por me ver ou tocar, nem por nenhuma outra mulher! Ele é meu escravo! O único direito dele é me dar prazer e só a mim!

CONTINUA…

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Sobre birutaibm

Estudo ocultismo desde os 14 anos de idade, fui iniciado DeMolay aos 17, estou me preparando para entrar para FRA (uma fraternidade rosacruz). Sou graduado em Informática Biomédica, mestre em Física Aplicada a Medicina e Biologia (mais computação que física mesmo), doutorando na mesma área. Meu perfil no Modelo de Myers-Briggs é INTJ (fiz dois testes diferentes e o resultado foi esse em ambos). Enfim ainda não sei muito sobre mim.
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2 respostas para Love’s Power 2.6

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