Quando comecei a falar sobre forma-pensamento, disse que não estava falando de espíritos e coisas do tipo. Na verdade eu estava, apenas não queria sobrecarregar os leitores com muita coisa nova em um único post. Acontece que a forma-pensamento/egrégora é a base de praticamente todo o ocultismo.
Espíritos, Deuses, Demônios, Anjos, Vampiros, e até mesmo o Mickey Mouse existem. ”Espera aí, deuses e coisas do tipo até aceito, mas você quer que eu acredite em Mickey? Aí apelou feio!” Bem, não só o Mickey existe como ele é DeMolay! Qualquer dia conto a história da iniciação dele para vocês. Mas vamos voltar ao assunto. Todos eles existem, mas todos eles são egrégoras, algumas mais fortes e outras menos, mas todas reais.
“Ah, assim sim, então elas só existem na nossa cabeça, né?” Não é bem por aí, como já disse as egrégoras não estão na cabeça de ninguém, elas ficam em alguma estrutura ainda desconhecida, mas que deve ser impessoal e compartilhada por muitas pessoas. “Sim, sim. O que eu quero dizer é que são produto da nossa imaginação.” Talvez algumas sim, talvez algumas não. Algumas idéias podem ter vindo de nossos ancestrais não humanos, ter sido compartilhada de alguma forma desconhecida por animais com os quais convivemos, ou até mesmo, para aqueles que acreditam em um criador inteligente, podem ser pensamentos desse criador que geraram tais egrégoras.
Mais importante do que saber como foram criadas e onde estão é entender que são reais, embora não sejam materiais. Você não será capaz, por meios físicos, de perceber esses seres. Você não é capaz por meios físicos de perceber pensamentos, talvez suas manifestações cerebrais, mas não os pensamentos em si. Mas você sabe que seus pensamentos existem, e com isso passa a tentar aprender a controlá-los e utilizá-los para atingir seus objetivos. Com as egrégoras também é assim, primeiro aceite sua existência, depois a entenda, depois aprenda a controlá-la, e finalmente utilize-a para atingir seus objetivos.
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