Esse post é uma continuação do meu post anterior, se você não leu ele leia agora. Naquela ocasião, falei de como surge uma forma-pensamento e como é o começo da vida dela. Eu disse que ela é criada por você, mas isso não é tudo. Assim como pessoas são filhas de outras pessoas as forma-pensamentos são filhas de outras forma-pensamentos. Você se baseou nelas para criar as suas, e dessa forma utilizou parte da força daquela idéia mais antiga para criar a nova idéia.
Algumas das idéias mais antigas, de tão fortes que se tornaram, acabam por fazer parte do conjunto de idéias de todas as pessoas e, mesmo as pessoas mais novas parecem “já nascer sabendo”. Essas forma-pensamentos são tão fortes que eu arrisco dizer que ainda que a espécie humana fosse extinta elas continuariam a existir. A afirmação parece forte, e obviamente é impossível de ser testada (se o testador sobreviveu a espécie não foi extinta), mas suavizando um pouco, temos hoje civilizações antigas que foram extintas e cujos conhecimentos estão sendo aos poucos recuperados.
Essas forma-pensamentos extremamente fortes são conhecidas pelos nomes de egrégora, arquétipo, e outros e tem existência própria em lugares chamados “plano astral/mental”, “inconsciente coletivo”, “campos morfogenéticos”, etc. Cada um desses nomes sugere diferentes teorias da natureza desse lugar, mas em resumo são todos sinônimos. O importante é que existe em algum lugar, seja esse lugar o espaço formado por interações entre seres humanos, seja o de regiões do cérebro idênticas em todos, seja o genoma, ou seja qualquer outro lugar. Mais importante que o nome e a localização é como podemos interagir com essas “entidades”, mas isso já é assunto para muitos outros posts…
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